
Os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorridos na quarta-feira passada, causaram destruição e desabamentos em várias cidades. Levantamento foi feito por geógrafos de Universidade dos EUA

Os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorridos na quarta-feira passada, causaram destruição e desabamentos em várias cidades. Levantamento foi feito por geógrafos de Universidade dos EUA

Total de feridos contabilizados passou de 5.034 nesta segunda-feira (29) para 10.571 na terça (30). ONU estima que haja 50 mil desaparecidos e órgão diz que comprou 10.000 sacos para cadáveres

As imagens são comoventes e mostram uma outra perspectiva do resgate de Carlos Miguel, de 12 anos. Foi feito um momento de silêncio enquanto o homem tranquilizava o menino, resgatado cinco dias após os terremotos que abalaram a Venezuela
Filha do ex-ditator Alberto Fujimori teve cerca de 60 mil votos a mais. A disputa entre os candidatos no segundo turno foi extremamente apertada e polarizada
Um homem de 28 anos foi atacado, arrastado para o mar e morto por um crocodilo em uma praia de Puerto Vallarta, no México, enquanto estava de férias com amigos
Equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes em La Guaira, estado mais atingido pelos terremotos na Venezuela. Número de mortos se aproxima de 1.500, enquanto milhares de pessoas seguem desaparecidas, feridas ou fora de casa
As investigações sobre o acidente continuam, enquanto autoridades revelam novos detalhes sobre o voo, a tentativa do piloto de evitar a queda e o drama vivido por familiares que acompanharam a tragédia de perto
José Urdaneta afirma que a companheira, a mãe dela e o padrasto ficaram presos após o desabamento de um prédio durante os terremotos na Venezuela. Mais de 50 mil pessoas continuam desaparecidas, segundo a ONU
Dinamarca registrou 36,6°C, neste sábado, e bateu o dia mais quente desde o início das medições. O Instituto Meteorológico Dinamarquês afirmou que a marca foi registrada ao norte de Odense e que o recorde histórico é contabilizado desde 1874.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã não identificou os locais de seus ataques, que descreveu como ações “defensivas” de resposta aos “ataques aéreos bárbaros” dos EUA contra suas instalações de vigilância costeira -ações que, segundo o país, também violaram a Carta da ONU.