
Grupo criminoso cobrava até R$ 5 mil na venda de caipirinhas, cigarros e comida. Para isso, eles usavam máquinas de cartões adulteradas, que informavam valores menores ou davam comunicado de erro no momento da compra, diz a Polícia Civil do RJ.

Grupo criminoso cobrava até R$ 5 mil na venda de caipirinhas, cigarros e comida. Para isso, eles usavam máquinas de cartões adulteradas, que informavam valores menores ou davam comunicado de erro no momento da compra, diz a Polícia Civil do RJ.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (27) pelo delegado Carlos Augusto Guimarães, responsável pelo caso, com base nos laudos do exame cadavérico.

O caso foi denunciado pelos pais da criança, que perceberam comportamentos incomuns, como sono excessivo e dificuldade para manter os olhos abertos. Segundo o delegado Theo Shüler, a suspeita pode ter usado quetiapina, um medicamento indicado para transtornos psiquiátricos, que provoca sonolência e tontura.

O jovem disse ter cometido os crimes porque seus pais eram contra o relacionamento virtual que ele mantinha com uma adolescente. Em depoimento, ele demonstrou frieza e afirmou que faria tudo de novo, segundo os policiais. O adolescente foi apreendido nesta quarta-feira, 25.

Antes os representantes do grupo no exterior se concentravam no apoio logístico ao tráfico de drogas internacional. Mas nos últimos dois anos eles passaram também a atuar na criação de redes de apoio a quem está preso em outros países e na montagem de esquemas próprios de tráfico em solo estrangeiro.

“A produção, as apreensões e o uso de cocaína atingiram novos recordes em 2023, tornando a cocaína o mercado de drogas ilícitas de crescimento mais rápido do mundo”, disse o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) em um comunicado.

Agentes da 26ª delegacia policial (Todos os Santos) cumpriram mandados de busca e apreensão em nos bairros de Campo Grande, Bangu e Realengo, na zona oeste, e em Irajá, na zona norte, e promoveram o sequestro de bens dos integrantes da quadrilha.

Os presos são os investigadores Sérgio Ricardo Ribeiro, Marcelo Marques de Souza (conhecido como Marcelo Bombom), que já estava detido, e o piloto Roberval de Andrade.

Layla Sofia estava no banco de trás do carro do pai quando foi atingida por um tiro. O caso aconteceu na madrugada desta terça-feira (24) na cidade de Água Branca, no agreste do estado.

O disparo, segundo a direção da escola, ocorreu nas imediações da unidade, localizada na avenida Dom Hélder Câmara, uma das principais vias da região.