
O bilhete foi encontrado no sábado por um funcionário, que acionou a Polícia Militar. Os policiais foram ao endereço e prenderam o agressor. Segundo os agentes, a vítima estava em estado de choque, com lesões no pescoço, rosto e seios

O bilhete foi encontrado no sábado por um funcionário, que acionou a Polícia Militar. Os policiais foram ao endereço e prenderam o agressor. Segundo os agentes, a vítima estava em estado de choque, com lesões no pescoço, rosto e seios

Ele foi preso na quarta, 1º, sob suspeita de estuprar a própria filha, de 2 anos. Iram Junior foi solto ainda na sexta. Ele nega veementemente ter praticado o crime e diz ser vítima de grave acusação falsa.

Descubra os suvenires horríveis que esses assassinos tiraram de suas vítimas

Padrasto começou a abusar da enteada quando ela tinha apenas 7 anos. A vítima, que atualmente tem 29 anos, passou mais de duas décadas sofrendo abusos físicos, sexuais e psicológicos, e teve três filhos com o homem, que está preso desde o mês passado.

O bebê nasceu prematuro, com 33 semanas e apenas 1,83 quilogramas, e morreu 14 dias depois, após ter sido violentamente agredido pelo pai. Sofreu “múltiplas lesões na parte frontal da cabeça e rosto, queixo, nariz, olhos e bochecha, no crânio, pescoço, tronco, mão esquerda, pernas e pés”.

Luiz Fernando Pacheco foi agredido momentos antes de ser encontrado desacordado em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo; a investigação aponta para um latrocínio, que é o roubo seguido de morte

Henrique Otávio Oliveira Velozo é acusado de matar o lutador Leandro Lo (foto); o TJM-SP classificou as atitudes do agora ex-tenente como “desonrosas” e “incompatíveis” com o cargo

Homem suspeito de agredir a enteada de 3 anos foi preso nesta quinta-feira (2) em Cachoeiras de Macacu, no Rio. Ele estava foragido desde setembro e foi indiciado por tortura e tentativa de feminicídio. A polícia também investiga possível participação da mãe nas agressões

Aos 51 anos, Luiz Fernando Pacheco, defensor em casos de grande repercussão como o Mensalão, foi encontrado morto nesta quinta (2) em São Paulo. A OAB-SP decretou três dias de luto e destacou sua atuação em defesa das prerrogativas da advocacia

Ação busca reparação por violência sofrida durante o episódio que resultou na morte de 111 detentos em 1992; após prescrição de caso semelhante, defesa vai alegar que seu cliente passou por situação de tortura