
Ré por injúria racial contra funcionário de um bar em Ipanema, Agostina Páez afirmou estar desesperada ao receber a notificação judicial. Em vídeo nas redes sociais, ela disse temer violações de direitos e questionou o argumento de risco de fuga

Ré por injúria racial contra funcionário de um bar em Ipanema, Agostina Páez afirmou estar desesperada ao receber a notificação judicial. Em vídeo nas redes sociais, ela disse temer violações de direitos e questionou o argumento de risco de fuga

Na imagem apresentada pela defesa, o cachorro sai de um arbusto e caminha por uma calçada de Florianópolis às 7h05 do dia 4 de janeiro. O cão aparece nas imagens após o horário apontado como o da agressão. A polícia disse que a agressão ocorreu durante meia hora, na madrugada de 4 de janeiro. Segundo a polícia, o autor da infração cometeu o ato entre 5h25 e 5h58.

Você entraria nesses cenários brutais?

Hélio se entregou na tarde desta quarta-feira na Delegacia de Gilbués (PI). Contra ele, havia um mandado de prisão temporária em aberto desde dezembro, que policiais tentavam cumprir em endereços ligados a ele —mas sem sucesso.

Amanda Loureiro da Silva Mendes, de 25 anos, foi abordada pelo agressor armado, a poucos metros do trabalho dela, no bairro de Quintino, subúrbio do Rio. Após uma rápida discussão, registrada por câmeras de segurança, o criminoso atirou contra a mulher.

Uma mulher de 27 anos foi brutalmente assassinada pelo namorado em Fortaleza, no Ceará, mas antes chamou um motorista de aplicativo. Ao chegar ao local, o motorista viu sangue e alertou as autoridades, que acabaram por deter o suspeito já numa outra cidade do estado do Ceará.

MPF sustentou que a manutenção do julgamento em Tabatinga comprometia a duração razoável do processo. Decisão favorável do Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou o desaforamento (a transferência do local) do julgamento de Amarildo da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima.

O crime teria ocorrido durante o recesso, quando Buzzi recebeu uma família de amigos em sua casa de praia, em Balneário Camboriú (SC). A filha do casal, que chamava o ministro de tio, relatou que Buzzi tentou agarra-la à força. Acompanhada dos pais, a vítima registrou um boletim de ocorrência na polícia.

Na decisão de terça-feira (3), o juiz federal César Arthur Cavalcanti de Carvalho determinou que a investigação e todas as provas da Polícia Civil sejam repassadas à Polícia Federal. Segundo ele, os entes estaduais não tinham autoridade para o caso, já que envolvem crimes federais.

O menino ligou para o 190 e relatou a situação enquanto se escondia com seus dois irmãos. O caso ocorreu por volta das 13h na rua Itapeva, no bairro Concórdia, de acordo com informações da Polícia Militar.