Fernanda Lima diz que Globo acabou com Amor e Sexo por ser progressista

ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – Fora da televisão desde que saiu da Globo, em 2021, Fernanda Lima falou pela primeira vez sobre o fim do programa Amor e Sexo, que ficou no ar de 2009 a 2018 na programação da emissora. Para Fernanda, a atração deixou a programação por ser progressista demais.

 

“Acho que sim, teve um pouco a ver com as pautas identitárias. Talvez eu tenha ido longe demais. Mas felizmente eu tinha coragem naquela época, hoje eu não sei como seria, por que tudo que a gente falou na época, hoje não é nada demais”, disse em entrevista ao RivoNews.

“Quando terminou a última temporada, veio a pandemia, e os programas que estavam em produção não entraram. Mas acabou por que deu, já era, estava muito abusadinho”, comentou.

O Amor e Sexo ficou no ar por nove anos e tratava especialmente sobre sexo. Além de quadros e reportagens, Amor & Sexo contava com uma plateia eclética, de aproximadamente 400 pessoas, que interagia com os convidados e com a apresentadora Fernanda Lima.

Mylena Jardim e Régis Paulino eram os vocalistas da banda Amor & Sexo, eles davam o clima do programa, com músicas de todas as épocas e gêneros relacionadas ao assunto amor e sexualidade. O programa era exibido em formato de temporada.

Em 2018, sua 11ª e última temporada ficou marcada pela alta rejeição do público aos temas identitários e pelo boicote ao programa promovido nas redes sociais por apoiadores do então candidato a presidente Jair Bolsonaro. Naquele ano, o programa também perdeu várias vezes em audiência para Record e SBT nas noites de quinta.

Leia Também: Viih Tube fala sobre susto com internação de Ravi: ‘Nunca perdi a fé’

Gostou deste conteúdo? Compartilhe...

Facebook
Twitter
Email
Twitter
WhatsApp
LinkedIn

Patrocinador:

Ultimas Notícias

Idris Elba diz que público não aceitaria um James Bond negro

Em entrevista à revista GQ, o astro britânico refletiu sobre a repercussão que seu nome teve ao longo dos anos como potencial sucessor de Daniel Craig na franquia 007. “Bond é enorme no mundo todo. Parte do público não aceitaria um homem negro, um homem africano, interpretando Bond. Não é isso que agrada na cultura deles. Ponto final”, declarou.

saiba mais »